LUIS MOLOSSI
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Parlare italiano all'estero: sì o no?

17 de novembro de 2017

em português ao final.

 

Il 21/11/2009, nella riunone del Comites PR/SC, ci fu la presenza della Dirigente Scolastica del Consolato, Sig.ra Elvira Federici che, nel suo intervento, fecce un bilancio della sittuazione: “... A questo punto non resta altra alternativa che quella d’entrare con i corsi extra. Con il tempo, può accadere che gli alunni diminuiscano; a causa degli impegni scolastici la parte extra viene tralasciata. In questo caso occorre agire al più presto, intervenendo presso le comunità, far capire ai genitori e agli alunni l’importanza dell’italiano nel futuro.  Da circa due anni la Preside è in contatto con la segreteria di Stato del Governo di Santa Catarina, per cercare di riattivare i corsi presso le scuole di quello Stato. Dopo tante insistenze, la segreteria ha informato che nello Stato ci sono 9.000 alunni di tedesco e 1.500 d’italiano. Quest’informazione, dimostra che lo spazio esiste, per questo è necessario l’impegno di tutti per ottenere risultati...”

 

Il verbale prossegue: “Dobbiamo impegnarci nella diffusione della lingua; gli Enti Gestori, sono sul campo per fare questo, hanno bisogno del nostro aiuto. Nel 2007 c’erano oltre 1800 corsi d’italiano nella Circoscrizione, per il 2010 sono previsti, 929 corsi.  Un calo del 50%!

 

Questo studio ha permesso di fare anche altre considerazioni importantissime, come il numero e la qualità degli insegnanti, perché chiaramente il numero costante delle presenze si deve al tipo d’insegnamento ch viene proposto. Il terzo problema è quello che si citava anteriormente, ossia le scelte politiche sull’insegnamento della lingua straniera. La sig.ra Federici è convinta che i Consiglieri Comites, possano aiutare gli Enti Gestori a costruire una mappa della Circoscrizione dove si possa puntare a tornare a crescere. Esistono casi molto interessanti, per esempio in SC, dove ci sono grandi comunità tedesche, nonostante questo, l’insegnamento della ns. lingua sta crescendo.  La Preside ricorda, che è indispensabile l’appoggio dei Consiglieri, per poter definire, in quali scuole è possibile inserire l’italiano, esistono situazioni differenti in tutte le cittá e regioni...”

 

Passati 8 (otto) anni della riunione e del suo registro, ci troviamo che il CCI-PR/SC è oggi l´unico ente gestore in attività, con cambiamenti importanti, sia nella gestione, come nella conduzione degli stessi accordi con la comunità e oggi conta con 367 corsi e 6250 alunni, tra Paranà e Santa Catarina.

 

Quando si parla di cittadinanza e diritti, tutti sono pronti a chiederli (come abbiamo ricordato il mese scorso, Insieme 224 - 10/2017) e piú di una volta ho ribadito che un diritto costituzionale non permette condizioni, come tante volte si sente dire e suggerire da tutte le parti. Allora, come si può portare avanti la giusta necessità della manutenzione e dello sviluppo della lingua, base della vita culturale di un popolo tanto presente nel mondo come è l´italiano? Insegnando alla gente a parlare e mantenere questo forte legame che piace a tutti noi e viene regolarmente fatto dal 1992 (25 anni compiuti poco tempo fà) dal CCI-PR/SC, presente in tutto il nostro territorio di competenza, con corsi, accordi, scuola per adulti e presente in 17 Comuni in SC, con l’insegnamento ai bambini in età scolare, già incluso Cocal do Sul, con l´accordo firmato il 19/09/2017 con l´aiuto importante della Consigliere Comites, Neide de Pellegrin.

 

I dati degli ultimi 6 anni sono questi:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Questa è la strada giusta, quello che diffendiamo presso il Comites, dentro la nostra attività politica e di voluntariato di oltre 15 anni nel settore: alunno regolare dal 1997 al 1999, conversazione dal 2000/2001, professore dal 2003 al 2008, nonchè associato e consigliere, sia del CCI-PR/SC, che dello stesso COMITES PR/SC, dal 2005 fino ad oggi. Bisogna solo  impegnarci che i risultati ci sono.

 

Vedo con molto piacere che il nostro nuovo Console Generale, Raffaele Festa, “ha annunciato ieri nel Consiglio Comunale (di Curitiba) che cinque scuole comunali avranno l´insegnamento della lingua italiana nel prossimo anno. Da marzo 2018 in poi, un progetto pilota verrà inserito nelle sedi dei quartieri Água Verde, Umbará i Santa Felicidade, che contano con la maggior parte di oriundi italiani, secondo il consolato.” (Jornal Metro, Venerdì, 06/10/2017, pagina 2 FOCO 1). Io parlo, tu parli, Lui/Lei PARLA! Tutti possiamo parlare.

 

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Em 21/11/2009, na reunião do Comites PR/SC, houve a presença da Dirigente Escolar do Consulado, Sr.a Elvira Federici que, na sua intervenção, fez um balanço da situação: “... A esta altura não resta outra alternativa do que entrar com os cursos extras. Com o tempo, pode acontecer que os alunos diminuam; por causa dos compromissos escolares a parte extra vem deixada de lado. Neste caso é preciso agir rápido, intervindo junto à comunidade, fazer entender aos pais e aos alunos a importância do italiano no futuro. Desde cerca dois anos a dirigente está em contato com a Secretaria de Estado do Governo de Santa Catarina, para tentar reativar os cursos junto às escolas daquele Estado. Depois de muita insistência, a secretaria informou que no Estado existem 9.000 alunos de alemão e 1.500 de italiano. Esta informação demonstra que o espaço existe, por isso é necessário o empenho de todos para obter resultados...”

 

A ata prossegue: “Devemos nos empenhar na difusão da língua; os Entes Gestores estão em campo para fazer isso, precisam da nossa ajuda. Em 2007 existiam mais de 1800 cursos de italiano na Circunscrição, para 2010 estão previstos 929 cursos. Uma baixa de 50%!

 

Este estudo também permitiu fazer outras considerações importantes, como o número e a qualidade dos professores, porque – claramente – o número constante das presenças se deve ao tipo de ensimo que é proposto. O terceiro problema é aquele que citava anteriormente, ou seja, as escolhas políticas sobre o ensino da língua estrangeira. A Sr.a Federici está convencida que os Conselheiros do Cômites podem ajudar aos Entes Gestores a construir um mapa da Circunscrição, onde se possa insistir e voltar a crescer. Existem casos muitos interessantes, por exemplo em SC, onde existem grandes comunidades alemãs, não obstante isso, o ensino da nossa língua está crescendo. A Dirigente lembra que é indispensável o apoio dos Conselheiros, para poder definir, em quais escolas é possível inserir o italiano, existem situaçoes diferentes em todas as cidades e regiões...”

 

Passados 8 (oito) anos da reunião e do seu registro, nos encontramos que o CCI-PR/SC é hoje o único ente gestor em atividade, com mudanças importantes, seja na gestão, como na condução dos mesmos acordos com a comunidade e hoje conta com 367 cursos e 6250 alunos, entre Paraná e Santa Catarina.

 

Quando se fala em didadania e direitos, todos estão prontos a exigir (como lembramos no mês passado, Insieme 224 – 10/2017) e mais de uma vez insistimos que um direito constitucional não permite condições, como muitas vezes se escutar dizer e sugerir em toda parte. Então, como se pode levar adiante a justa necessidade da preservação e difusão da língua, base da vida cultural de um povo tão presente no mundo como é o italiano? Ensinando as pessoas a falar e manter este forte vínculo que é caro a todos nós e vem regularmente sendo feito desde 1992 (25 anos completados poucos meses atrás) pelo CCI-PR/SC, presente em todo o nosso território de competência, com cursos, acordos, escola para adultos e presença em 17 Municípios em SC, com o ensimo às crianças em idade escolar, já incluído Cocal do Sul-SC, com o acordo assinado em 19/09/2017 com a importante ajuda da Conselheira Comites, Neide de Pellegrin.

 

Os dados dos últimos 6 anos são os seguintes:

(ver tabela no texto em italiano)

 

Este é o caminho certo, aquele que defendemos junto ao Comites, dentro da nossa atividade política e de voluntariado de mais de 15 anos no setor: aluno regular de 1997 a 1999, conversação de 2000/2001, professor de 2004 a 2008, e ainda associado e conselheiro, seja do CCI-PR/SC, como no mesmo COMITES PR/SC, de 2005 até hoje. É preciso apenas haver empenho e os resultados acontecem.

 

Vejo com muito prazer que o nosso novo Cônsul Geral, Raffaele Festa, “anunciou ontem na Câmara Municipal (de Curitiba) que cinco escolas municipais terão o ensino da língua italiana no ano que vem. A partir de março de 2018, um projeto-piloto será implantado em unidades dos bairros Água Verde, Umbará e Santa Felicidade, que têm a maior concentração de descedentes de italianos, de acordo com o consulado.” (Jornal Metro, Sexta-feira, 06/10/2017, página 2 FOCO 1). Eu falo, tu falas, Ele/Ela FALAM! Todos podemos falar.

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